As novas políticas de cidades exigem que se promovam dinâmicas de conhecimento, de cultura e de lazer que reservem ao consumo cultural um papel importante na requalificação, reordenamento e humanização do espaço público, contribuindo para revalorização de antigos e novos lugares e para a criação de novas redes de sociabilidade e, consequentemente, para a revitalização de zonas urbanas adormecidas.

Exige-se, por isso, a nível de intervenção das políticas autárquicas, uma opção por acções estruturantes, visando assegurar os equipamentos, os recursos humanos e os programas necessários ao alargamento de uma oferta cultural qualificada. Esta opção de política sociocultural traduz-se na criação de museus, bibliotecas, teatros e outros equipamentos de natureza cultural e na sua correspondente programação, de forma a alargar as possibilidades de acesso aos bens culturais e artísticos a um número crescente de pessoas.



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